Galeria Adriana Varejão
domingo, 19 de maio de 2013
Croquis feitos em Catas Altas
Feito na igreja principal
Feito na frente da praça triangular
Restaurante em frente a praça triangular
Casa perto da praça triangular
domingo, 21 de abril de 2013
Objeto interativo escolhido pelo grupo
Pulse Room
Pulse Room is an interactive installation featuring one to three hundred clear incandescent light bulbs, 300 W each and hung from a cable at a height of three metres. The bulbs are uniformly distributed over the exhibition room, filling it completely. An interface placed on a side of the room has a sensor that detects the heart rate of participants. When someone holds the interface, a computer detects his or her pulse and immediately sets off the closest bulb to flash at the exact rhythm of his or her heart. The moment the interface is released all the lights turn off briefly and the flashing sequence advances by one position down the queue, to the next bulb in the grid. Each time someone touches the interface a heart pattern is recorded and this is sent to the first bulb in the grid, pushing ahead all the existing recordings. At any given time the installation shows the recordings from the most recent participants.
This work was inspired by Macario, directed by Roberto Gavaldón in 1960, a film where the protagonist suffers a hunger-induced hallucination in which every person is represented by a lit candle in a cave. Other references for this work include minimalist, machinic and serialist patterns in music (for example in scores by composers Conlon Nancarrow, Steve Reich and Glenn Branca) and the postulation of the theory of Cybernetics at the National Institute of Cardiology in Mexico City to explain the process of self-regulation of the heart.
http://www.lozano-hemmer.com/pulse_room.php
| Name in spanish: | Almacén de Corazonadas |
| Year of Creation: | 2006 |
| Technique: | Incandescent light bulbs, voltage controllers, heart rate sensors, computer and metal sculpture |
| Dimensions: | Variable dimensions |
| Keywords: | biometric, database, indoor,interactive, lights, outdoor,performance, recorder, sound. |
| Collections: | Museum of 21st Century Art (Kanazawa), Colección/Fundación Jumex (Mexico City), MONA Museum (Hobart), Jonathon Carroll Collection (NYC), and Karin Srb Collection (Munich) |
Trabalho escolhido pelo grupo a partir de investigação própria
GALERIA DE ARTE DIGITAL SESI-SP
Em uma iniciativa pioneira do SESI-SP, o edifício da sede da Federação das Indústrias do Estado de São Paulo - FIESP se tornará uma galeria de arte a céu aberto. Inaugurado em 1979 e localizado no epicentro cultural de São Paulo, o prédio com imponente fachada piramidal abrigará a Galeria de Arte Digital SESI-SP, um presente para a cidade de São Paulo.A fachada do prédio se tornará a primeira galeria de arte digital nesse formato da América Latina. A plataforma eletrônica é formada pela instalação de 26 mil clusters de LED (light emitting code), que juntas formam um pixel. Esta cadeia elétrica possibilitará a transmissão de até 4,3 bilhões de combinações de cores. O consumo elétrico por hora é aproximado ao de uma residência familiar, por exemplo, onde o consumo médio é 4,5 KVA/ hora. O projeto foi idealizado pela produtora Verve Cultural e adotado pelo SESI-SP. A inauguração da galeria acontecerá com a mostra SP_Urban Digital Festival, curadoria de Marília Pasculli (Verve Cultural, Brasil) e consultoria curatorial de Susa Pop (Public Art Lab, Alemanha). O evento é um instrumento de interação com o público e um ícone cultural de referência internacional nos campos da arte e da tecnologia, colocando São Paulo na vanguarda das cidades do mundo que integram cultura como parte do seu tecido urbano. O festival se insere dentro do conceito de Media Facade, muito conhecido na Europa com o renomado Media Facades Festival, que acontece desde 2008 em diversas cidades européias. Diversos artistas de prestígio nacional e internacional foram convidados para transmitir grandes obras visuais, criadas especialmente para a paisagem urbana da cidade. O edifício FIESP/SESI-SP será coberto por obras feitas por pixels luminosos criadas pelas mentes criativas dos artistas paulistanos VJ Spetto (United VJs), o coletivo BijaRi e a Goma Oficina. Também integram o time o colombiano Esteban Gutierrez, o francês Antoine Schmitt e a dupla Mar Carnet & Varvara Guljajeva da Espanha e Estônia, respectivamente. Durante o festival, cada artista terá cinco dias dedicados exclusivamente à transmissão de sua obra, das 20 às 23 horas. Das 23 horas a uma da manhã, a concepção de Antoine Schmitt tomará conta do prédio durante todo o mês. E após esse horário, a programação é mista e randômica, como será no dia da inauguração (03/12) e do encerramento (31/12) do festival. Conheça a programação da nova mostra |
Prédio em SP vira telão para obras de arte baseadas em games
autor: risastoider
Os games clássicos, como “Space Invaders” e “Pac-Man”, vão enfeitar a fachada do edifício da sede da Federação das Indústrias do Estado de São Paulo (Fiesp), na Avenida Paulista, a partir desta segunda-feira (25/03). O prédio também vai virar um grande telão, com 3 mil m², para que as pessoas disputem partidas em dupla.
A atração é a mostra de arte digital Play!, que reúne seis trabalhos de consagrados criadores de videogames, três interativas (ou seja, jogos executáveis) e três em vídeo. São eles: Alberto Zanella, Andrei Thomaz, Suzete Venturelli e as equipes Midialab-UnB (Brasil), Les Liens Invisibles (Itália), Lummo (Espanha) e Mark Essen (Estados Unidos).
As grandes imagens que serão visualizadas na fachada do prédio são criadas por 100 mil lâmpadas de LEDs, uma cadeia elétrica que possibilita a transmissão de até 4,3 bilhões de combinações de cores.
A exposição acontece entre os dias de 25/03 e 07/04. Das 20h às 22h, os visitantes podem conferir as experiências interativas. Até as 5h haverá exibição das obras visuais no edifício.
A exposição acontece entre os dias de 25/03 e 07/04. Das 20h às 22h, os visitantes podem conferir as experiências interativas. Até as 5h haverá exibição das obras visuais no edifício.

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Fofo: Divulgação/SESI-SP
domingo, 7 de abril de 2013
Pesquisa sobre eletrônica
Grupo 6 (praça triangular) - Alimentação (formas de alimentar: corrente alternada/ corrente contínua, baterias, pilhas, série, paralelo etc).
É possível associar varias pilhas secas de modo a se obter uma voltagem mais elevada essa associação é obtida ligando-se o polo positivo de uma no polo negativo da outra ( Elas estão associadas em série).
Bateria de níquel-cádmio: Composta pelos elementos químicos: Níquel (Ni) e Cádmio (Cd), é usada em filmadoras e celulares e possui a vantagem de ser recarregável. Nos últimos anos essa bateria se tornou uma das mais utilizadas em todo o mundo. Um gerador externo (carregador) é responsável pela recarga desse tipo de bateria.
Bateria de chumbo: É a responsável por manter automóveis em funcionamento, são fabricadas desde 1915, e constituem baterias muito duradouras. Apesar do nome dessa bateria mencionar apenas o chumbo, a bateria é composta também por solução aquosa de ácido sulfúrico (H2SO4).
Tipos de associação :
Série:
Em uma associação em série as resistências são ligadas ao cirtuito elétrico uma seguida da outra. A corrente que passa no circuito é a mesma porém na resistência de maior valor será observada a maior queda de potencial.
V1 + V2 + V3 = Vtotal
i1 = i2 = i3 = i
V1 = R1i V2 = R2i V3 = R3i
A resistência equivalente de uma associação em série é maior que o valor de qualquer uma das resistências da ligação. Quanto mais resitencias associadas maior será o seu valor.
A interrupção da corrente fará com que esta corrente seja interrompida em todos os elementos do circuito.
Paralelo:
Nesse tipo de associação as resistências estão sobre a mesma diferença de potencial porém a corrente fornecida é dividida entre as resistências e a resistência de menor valor será percorrida pela corrente de maior intensidade.
Conceito de corrente elétrica:
Quando um campo elétrico é estabelecido em um condutor qualquer, as cargas livres aí presentes entram em movimento sob a ação deste campo. Dizemos que este deslocamento de cargas constitui uma corrente elétrica.
Nos metais, a corrente elétrica é constituída por elétrons livres em movimento. Nos líquidos, as cargas livres que se movimentam são íons positivos e íons negativos enquanto, nos gases, são íons positivos, íons negativos e também elétrons.
Tipos de corrente:
Ao se aplicar um campo elétrico em um fio condutor se estabelecerá uma corrente elétrica, cujo sentido (convencional) é o mesmo do vetor campo. Então se o sentido do campo elétrico aplicado permanecer sempre o mesmo o sentido da corrente também se manterá inalterado, isto é, as cargas se deslocarão sempre no mesmo sentido ao longo do fio. Uma corrente elétrica como essa é determinada corrente continua e são fornecidas pelas pilhas ( usadas em lanternas, rádios, controles.. ) ou pelas baterias de automóvel.
A corrente alternada ocorre quando o campo elétrico estabelecido no condutor muda periodicamente de sentido. Consequentemente, as cargas elétricas no fio oscilarão, deslocando-se ora em um sentido, ora em sentido contrário. Então a corrente elétrica assim como o campo muda periodicamente de sentido, sendo, por esse motivo denominada corrente alternada. A frequencia de uma corrente alternada é ,normalmente, igual a 60 hertz.
Uma corrente alternada pode ser transformada em corrente continua por meio de dispositivos especiais, denominados retificadores.
Pilhas:
A pilha é o que mantem a diferença de potencial entre os polos de um circuito graças á reações quimicas que se processão no seu interior.
Em uma pilha seca comum 1,5V o polo positivo fica em cima (bastão de grafita) e o polo negativo fica em baixo (invólucro de zinco) .
Tipos de pilha:
São os elementos químicos constituintes das pilhas que definem as caracteristicas e muitas vezes, o nome genérico pelo qual são conhecidas. No caso das pilhas recarregáveis/baterias (ou acumuladores) os principais conjuntos electroquímicos são: NiCad :: níquel-cádmio (1,2 V p/elemento) NiMH :: níquel-metal-hidreto (1,2 V p/elemento) Chumbo-ácido (2 V p/elemento) Iões de litio (3,6 V p/elemento) sendo este último o que melhor desempenho apresenta, face á elevada densidade de energia conseguida com esta tecnologia. Não devemos esquecer que o processo de carga/descarga de um acumulador, é algo que também tem limites e tipicamente pode ser repetido mais ou menos 1000 vezes.
Formatos de pilhas Os formatos de pilhas estão de acordo com standards da industria, regulados por diferentes entidades no mundo, que mantêm contudo equivalência entre eles. Entre nós, apesar de tudo são os formatos americanos (ANSI) os mais divulgados e reconhecidos (AA, AAA, etc). Na norma IEC as pilhas alcalinas designam-se pela sigla "LR" e as pilhas secas pela sigla "R". As pilhas alcalinas têm uma maior duração que as pilhas secas, podendo durar até 2 vezes mais sob regimes de carga mais intensos.
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É possível associar varias pilhas secas de modo a se obter uma voltagem mais elevada essa associação é obtida ligando-se o polo positivo de uma no polo negativo da outra ( Elas estão associadas em série).
Baterias:
Bateria de chumbo: É a responsável por manter automóveis em funcionamento, são fabricadas desde 1915, e constituem baterias muito duradouras. Apesar do nome dessa bateria mencionar apenas o chumbo, a bateria é composta também por solução aquosa de ácido sulfúrico (H2SO4).
Série:
Em uma associação em série as resistências são ligadas ao cirtuito elétrico uma seguida da outra. A corrente que passa no circuito é a mesma porém na resistência de maior valor será observada a maior queda de potencial.
V1 + V2 + V3 = Vtotal
i1 = i2 = i3 = i
V1 = R1i V2 = R2i V3 = R3i
A resistência equivalente de uma associação em série é maior que o valor de qualquer uma das resistências da ligação. Quanto mais resitencias associadas maior será o seu valor.
A interrupção da corrente fará com que esta corrente seja interrompida em todos os elementos do circuito.
Paralelo:
Nesse tipo de associação as resistências estão sobre a mesma diferença de potencial porém a corrente fornecida é dividida entre as resistências e a resistência de menor valor será percorrida pela corrente de maior intensidade.
A resistência equivalente de uma associação em paralelo é menor que o valor de qualquer uma das resistências da ligação. Quanto mais resitencias associadas menor será o seu valor.
Nestes sites existem simuladores que auxiliam entender a matéria:
simulador de bateria e resitência:
http://phet.colorado.edu/en/simulation/battery-resistor-circuit
simulador do circuto inteiro:
http://phet.colorado.edu/en/simulation/circuit-construction-kit-ac
http://phet.colorado.edu/en/simulation/circuit-construction-kit-ac
quinta-feira, 21 de março de 2013
Estratégias de ocupação do espaço
Parkour
O Parkour (conhecido antigamente no Brasil como "Le Parkour" - abreviação: PK) é uma disciplina física de origem francesa, em que o participante, chamado de "traceur" no masculino, ou "traceuse" no feminino, sobrepõe obstáculos de modo mais rápido e direto possível, utilizando-se de diversas técnicas como saltos, rolamentos e escaladas.
O Parkour moderno surgiu quando David Belle e os irmãos Yahn, Frederic Hnautra e David Malgogne se encontraram nas ruas de Lisses, em Paris e decidiram colocar naquela paisagem Urbana os conhecimentos de movimentação natural estudados e desenvolvidos . Perceberam que tinham muito em comum, tanto no prazer pela busca da forma física plena como no desejo de vencer desafios e superar obstaculos.
Basicamente, o Parkour é a arte do deslocamento ou a arte de ser útil superando obstaculos. Por meio de movimentos eficientes os praticantes de Parkour podem ir de um lugar a outro utilizando somente os recursos que seu corpo pode oferecer.
http://www.youtube.com/watch?feature=player_embedded&v=88oHwbv7hMk
http://www.parkourbrazil.com/
Deriva
A teoria da deriva é um dos trabalhos de autoria do pensador situacionista Guy Derboyd.
A deriva é um procedimento de estudo psicogeográfico – estudar as ações do ambiente urbano nas condições psicicas e emocionais das pessoas. Partindo de um lugar qualquer e comum à pessoa ou grupo que se lança à deriva deve rumar deixando que o meio urbano crie seus próprios caminhos. É sempre interessante construir um mapa do percurso traçado, esse mapa deve acompanhar anotações que irão indicar quais as motivações que construiu determinado traçado. É pensar por que motivo dobramos à direita e não seguimos retos, por que paramos em tal praça e não em outra, quais as condições que nos levaram a descansar na margem esquerda e não na direita... Em fim, pensar que determinadas zonas psíquicas nos conduzem e nos trazem sentimentos agradáveis ou não.
Apesar de ser inúmeros os procedimentos de deriva, ela tem um fim único, transformar o urbanismo, a arquitetura e a cidade. Construir um espaço onde todos serão agentes construtores e a cidade será um total.
Essas idéias, formuladas pela Internacional Situacionista entre as décadas de 1950 e 1970, levam em conta que o meio urbano em que vivemos é um potencializador da situação de exploração vivida. Sendo assim torna-se necessário inverter esta perspectiva, tornando a cidade um espaço para a libertação do ser humano.
A deriva tem Guy Debord como um dos seus maiores entusiastas e estudiosos. Este autor formulou o início da Teoria da Deriva em 1958 e publicou na então Revista Internacional Situacionista. Desde então estudiosos, acadêmicos ou não, experimentam esse procedimento com interesses que vão deste simples estudos de uma cidade até a elaboração de dissertações e teses. Atualmente muitas pessoas que estudam geografia urbana, e muitos coletivos que questionam a urbanização experimentam a deriva como forma de estudo e de práxis política.
Flaneur
Flash Mobs
São aglomerações instantâneas de pessoas em certo lugar para realizar determinada ação inusitada previamente combinada, estas se dispersando tão rapidamente quanto se reuniram. A expressão geralmente se aplica a reuniões organizadas através de e-mails ou meios de comunicação social.
http://www.parkourbrazil.com/
Deriva
A teoria da deriva é um dos trabalhos de autoria do pensador situacionista Guy Derboyd.
A deriva é um procedimento de estudo psicogeográfico – estudar as ações do ambiente urbano nas condições psicicas e emocionais das pessoas. Partindo de um lugar qualquer e comum à pessoa ou grupo que se lança à deriva deve rumar deixando que o meio urbano crie seus próprios caminhos. É sempre interessante construir um mapa do percurso traçado, esse mapa deve acompanhar anotações que irão indicar quais as motivações que construiu determinado traçado. É pensar por que motivo dobramos à direita e não seguimos retos, por que paramos em tal praça e não em outra, quais as condições que nos levaram a descansar na margem esquerda e não na direita... Em fim, pensar que determinadas zonas psíquicas nos conduzem e nos trazem sentimentos agradáveis ou não.
Apesar de ser inúmeros os procedimentos de deriva, ela tem um fim único, transformar o urbanismo, a arquitetura e a cidade. Construir um espaço onde todos serão agentes construtores e a cidade será um total.
Essas idéias, formuladas pela Internacional Situacionista entre as décadas de 1950 e 1970, levam em conta que o meio urbano em que vivemos é um potencializador da situação de exploração vivida. Sendo assim torna-se necessário inverter esta perspectiva, tornando a cidade um espaço para a libertação do ser humano.
A deriva tem Guy Debord como um dos seus maiores entusiastas e estudiosos. Este autor formulou o início da Teoria da Deriva em 1958 e publicou na então Revista Internacional Situacionista. Desde então estudiosos, acadêmicos ou não, experimentam esse procedimento com interesses que vão deste simples estudos de uma cidade até a elaboração de dissertações e teses. Atualmente muitas pessoas que estudam geografia urbana, e muitos coletivos que questionam a urbanização experimentam a deriva como forma de estudo e de práxis política.
Flaneur
O flâneur é um ponto de crítica ao capitalismo, pois ele não se adéqua ao sistema. Ele está no contrafluxo. O flâneur é o elemento de resistência ao progresso. É um cronista da cidade. Gérmen de crítica e de resistência. O flâneur é tudo aquilo que resta de um passado que o capitalismo destruiu.
Para Benjamin, o flâneur é um tipo de herói da modernidade, pois é a vez do homem do povo, nas palavras de Baudelaire:
é impossível não ficar emocionado com o espetáculo dessa multidão doentia, que traga a poeira das fábricas, que inspira partículas de algodão, que se deixa penetrar pelo alvaiade, pelo mercúrio e todos os venenos utilizados na fabricação de obras primas (Benjamin, 1994, p. 73).
Nos dias atuais, quem seria esse flâneur? Seria ele bem visto pela nossa sociedade? Acredito que não. Ele seria aquela pessoa que vai de sandálias havaianas a uma reunião de negócios ou aquele que conta uma piada num funeral. Alguém que possui um comportamento insólito e bizarro dentro de determinado contexto. Ele teria uma conotação negativa, ao contrário do que Benjamin expõe.
A questão que se coloca é que o capitalismo engole tudo e transforma o homem em uma simples peça de sua engrenagem, o que acarreta pensar que o flâneur não consegue existir dentro desse progresso: ou ele se encaixa ou ele não existe mais.
http://www.educacaopublica.rj.gov.br/cultura/livros/0060.html
São aglomerações instantâneas de pessoas em certo lugar para realizar determinada ação inusitada previamente combinada, estas se dispersando tão rapidamente quanto se reuniram. A expressão geralmente se aplica a reuniões organizadas através de e-mails ou meios de comunicação social.
A tradução LIVRE para o termo seria algo como “MULTIDÃO À JATO” ou “MULTIDÃO INSTANTÂNEA”. Mas, o que é? Bom, um monte de gente combina se encontrar em um lugar público e fazer uma coisa, normalmente bizarra, engraçada e sem sentido aparente. O primeiro Flash Mob que se tem notícia aconteceu em 2003, cerca de 100 pessoas entraram repentinamente em uma loja em Manhattan e ficaram em volta de um tapete específico. Outra manifestação dessas aconteceu na Central Station, importante estação ferroviária de NY. Uma multidão se aglomerou, aplaudiram por 15 segundos e repentinamente sumiram tão rapidamente quanto entraram. Loucura social? Insanidade coletiva? Certamente deve ter psicólogo, antropólogo, ufólogo ou qualquer “-logo” estudando o fenômeno.
Flash Mob não é uma manifestação comum, como uma passeata, piquete, etc. Em geral são organizados pela internet, com pessoas que nunca se viram pessoalmente ou mesmo que tenham se falado online, com a intenção de fazer uma coisa surreal, insólita e divertida. Esse tipo de manifestação já foi usada como forma de protesto, mas é raro.
O primeiro vídeo que quero mostrar aconteceu na Central Station (mesma que citei anteriormente) dessa vez 207 pessoas brincaram de estatua por 5 minutos. Vejam a reação das pessoas em volta.
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